Nem sempre é fácil manter uma resolução, tomá-las sim, mas mantê-las é difícil, muito difícil...
Tomei resoluções a respeito de como levar minha vida, abandonando a abordagem adotada por grande parte dela. Não mais analizaria a vida de modo simplesmente lógico, levando minha mente a trabalhar incessantemente na captação, desconstrução, análise, reorganização e reconhecimento de padrões em tudo o que me cerca, desde os protocolos sociais até as mínimas expressões faciais.
Basicamente eu me restringia às pessoas, minha personalidade moldando-se para cada uma em busca da otimização nas relações interpessoais. Quanto mais sabia, mais prováveis relacionamentos afloravam e maiores eram minhas dúvidas... E antes que eu me perdesse em meio ao caos do comportamento humano comecei a enxergar um padrão, que mesmo não sendo muito claro com apenas sua sombra sobre o caos me levou a um estado semi-presciênte onde as surpresas eram escassas.
Descobri que o caos possuia um catalizador, os sentimentos, que enquanto não dissecado sob a lógica, nunca poderia ser compreendido em sua totalidade, assim, virei as costas para os sentimentos de forma a entendê-los "de fora". Essa resolução quase foi minha ruína... Difícil com eles, praticamente impossível sem eles. A cada dia que seguia essa resolução, me tornava menos e menos humano, não fosse pelo amor a ela, provavelmente eu não estaria mais aqui...
O ponto de toda essa história é o condicionamento. Estou condicionado a viver sob a lógica fria e analítica e é difícil mudar isso, ainda mais depois de resolver abraçar os sentimentos que continuam a trazer mais tristezas do que alegrias. No final das contas é tudo como diz o velho ditado: "Pau que nasce torto, nunca se endireita".
Momentos difíceis assim me fazem desejar o frio esquecimento, quão doce e tentadora não é a idéia de simplesmente esquecer, esquecer, esquecer...
Tomei resoluções a respeito de como levar minha vida, abandonando a abordagem adotada por grande parte dela. Não mais analizaria a vida de modo simplesmente lógico, levando minha mente a trabalhar incessantemente na captação, desconstrução, análise, reorganização e reconhecimento de padrões em tudo o que me cerca, desde os protocolos sociais até as mínimas expressões faciais.
Basicamente eu me restringia às pessoas, minha personalidade moldando-se para cada uma em busca da otimização nas relações interpessoais. Quanto mais sabia, mais prováveis relacionamentos afloravam e maiores eram minhas dúvidas... E antes que eu me perdesse em meio ao caos do comportamento humano comecei a enxergar um padrão, que mesmo não sendo muito claro com apenas sua sombra sobre o caos me levou a um estado semi-presciênte onde as surpresas eram escassas.
Descobri que o caos possuia um catalizador, os sentimentos, que enquanto não dissecado sob a lógica, nunca poderia ser compreendido em sua totalidade, assim, virei as costas para os sentimentos de forma a entendê-los "de fora". Essa resolução quase foi minha ruína... Difícil com eles, praticamente impossível sem eles. A cada dia que seguia essa resolução, me tornava menos e menos humano, não fosse pelo amor a ela, provavelmente eu não estaria mais aqui...
O ponto de toda essa história é o condicionamento. Estou condicionado a viver sob a lógica fria e analítica e é difícil mudar isso, ainda mais depois de resolver abraçar os sentimentos que continuam a trazer mais tristezas do que alegrias. No final das contas é tudo como diz o velho ditado: "Pau que nasce torto, nunca se endireita".
Momentos difíceis assim me fazem desejar o frio esquecimento, quão doce e tentadora não é a idéia de simplesmente esquecer, esquecer, esquecer...


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